SET 07

2022

SET 30

HOG

BEM VINDO, BROTHER.

tudo certo? Não tenho muito espaço aqui, então esta é uma mensagem desejando a você uma boa estadia em nosso fórum - que foi construído com a maior boa vontade - e que você possa não apenas ter grandes jogos, mas também fazer amigos legais tipo a gente da administração.

SET 07 - SET 30, 2022

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20º / 14ºc
Os primeiros dias são de sol, mas após dia 14 chuvas e nuvens cobrem o céu.
Quarto Minguante Lua Nova Quarto Crescente Lua Cheia
3SET ㅤ 10SET ㅤ 17SETㅤ 25SET

02 a 07 → St. Mungus.
17 e 18 → Dias liberados para os alunos em Hogsmeade.
30 → Evento oficial.

Gryffindor
34

Hufflepuff
31

Ravenclaw
40

Slytherin
29

Mortos
01

Total
135

Esse fórum foi baseado na saga Harry Potter, de JK Rowling. Nossa admin purpurinosa escreveu cada parte de seu conteúdo, com base em muitas discussões no skype. Quem não participou disso foi Mama, que fingiu não ler nada enquanto fazia essa skin *exclusiva*, a qual não seria possível sem o tutorial de carousel header do LAUZ, e nunca estaria pronta a tempo sem a maravilhosa da Mitch e seus codes. Também temos conteúdo escrito e personalizado por nossos players: posts, personagens, fichas. Não copiem.


ALGUÉM AÍ DISSE
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 Plot
Justice
 Posted: Jun 2 2014, 09:08 PM
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— Staff —


Plot
Às 23:11 horas de 23 de Dezembro de 2006, Albert Cranderford encarava, atônito, a assinatura no final do manuscrito de cento e oito páginas que chegara a ele através do correio sete horas antes. Em anexo, havia uma carta com coordenadas para um encontro que teria de ocorrer dali a uma semana. Lá fora, a nevasca cobria as calçadas de Londres.

“A verdade oculta por Leonard Oivince: O mundo que não sabíamos existir.” era a manchete que estampava o The Times, abaixo da qual a imagem de Oivince, primeiro ministro birtânico aparecia, naquela manhã gelada do dia 31 de Dezembro de 2006. A imensa matéria, à qual havia sido destinada não menos do que quinze páginas, trazia a contemplação do absurdo para uma sociedade demasiado cética: A existência de bruxos deveria ter sido recebida com imensa surpresa; ao contrário, foi considerada como o maior escárnio da História dos periódicos ingleses. Albert Cranderford foi encontrado enforcado no próprio apartamento oito dias depois de ser desacreditado pela sociedade – em sua carta de despedida havia duas palavras que competiam pela quantidade: Vergonha e Verdade.

As câmeras de todas as redes televisivas da Grã-Bretanha estavam do lado de fora do parlamento britânico, enquanto esperavam a reunião que decidiria o novo primeiro ministro. Eufórica, a população estava reunida ao redor da certeza de que Julius Agbonlahor seria o líder que levaria a Inglaterra para um outro nível da economia internacional, evitando assim que as novas teses de esquerda se enraizassem no coração de sua sociedade conservadora: “Pela ordem!” eles diziam. É importante dizer que aquele era o dia 24 de Junho de 2007 e jamais seria esquecido não por conta das questões políticas, mas por causa do homem que chamou a atenção de todas as câmeras e das multidões ao proferir sua voz como um trovão. Todos os trouxas viram um objeto de madeira, em sua mão, apontado para sua garganta, enquanto sua voz era amplificada. Não que houvesse uma mensagem a ser passada; ele queria apenas atenção para o que viria depois: O grande dragão de fogo criou vida e ceifou a vida de quarenta e sete trouxas, aniquilando-os instantaneamente, carbonizando por completo seus corpos. Depois, as chamas, agora mais inquietas por terem sido alimentadas pelas vidas civis que ali estavam, se dirigiram famintas ao parlamento, e lá, indiferentes ao que ocorria nas ruas, todos os que decidiam o futuro do país foram tomados pela fúria do fogo e do passado, que renascia inclemente no olhar do homem que conjurava o caos. As sirenes foram ouvidas no mesmo instante em que sons distantes e agudos se pronunciaram em meio à confusão. Duas balas perfuraram o crânio do bruxo, e ele caiu sem vida sobre o chão.

Dez anos se passaram desde o incidente inexplicável em frente ao parlamento. O ano era 2017, e ainda se discutia a existência ou não de bruxos em uma sociedade claramente dividida. A ausência de novos ataques e provas concretas eram a base dos que defendiam que aquilo não passava de um ataque terrorista, embora não pudessem explicar a varinha e a forma draconiana das chamas. Aos crentes, os céticos pediam que bruxos lhe fossem apresentados, o que não podiam, de fato, fazer.

Constance Anenberg, uma aluna da sonserina, foi encontrada morta em um beco de Londres na noite de 21 de Junho daquele ano. Havia sido severamente espancada e tinha o rosto desfigurado. Sobre seu rosto, foi encontrado um objeto de madeira partido: Sua varinha. Para as autoridades trouxas, aquele foi um dos muitos crimes corriqueiros acontecidos em uma metrópole. Os bruxos, por outro lado, não entendiam o porquê um membro de sua comunidade havia sido encontrado em um estado de morte tão brutal e, ainda por cima, com a varinha quebrada sobre o corpo. Nos seis dias que se seguiram a este fato, outros dois bruxos foram encontrados mortos em situações similares, embora as causas das mortes fossem um pouco distintas: Um velho de setenta e dois anos havia recebido um tiro de pistola na cabeça, e outro, uma criança de doze anos, teve seu corpo encontrado sob uma ponte com diversas marcas de perfuração em sua região abdominal.

Embora os crimes não fossem correlacionados, era bastante estranho que três bruxos fossem mortos com tamanha brutalidade, mas o ministério da magia, presidido por Caroline Eisenberg, não pôde afirmar que o fato de serem bruxos fosse o atributo chave para aqueles assassinatos. A culpa recaiu, portanto, no alto índice de criminalidade da cidade Londrina, mais violenta a cada dia que passava. Durante os cinco anos que se seguiram, mais vinte e um bruxos foram mortos através de crimes bárbaros, e apesar das suspeitas, jamais puderam predeterminar as verdadeiras razões, uma vez que muitos trouxas, todos os anos, também morriam de forma semelhante. A ausência de quaisquer suspeitos para aqueles crimes brutais também mantinham o ministério da magia em absoluta cegueira.

Estamos em 2022, no dia 1º de Setembro. Na estação de King’s Cross, muitos jovens empurram seus malões, sonhando com as novidades que o novo ano apresentará. Em uma das cabines do banheiro feminino da estação, duas mulheres encontram o corpo de uma menina de quatorze anos, trajando vestes muito incomuns para o verão azul daquele ano. Seus olhos foram arrancados, pelas cavidades das orbes o sangue, agora seco, marca o rosto que outrora foi muito bonito. Em sua testa há uma marca recente de ferimento, sob a qual também há sangue ressecado. Na cicatriz que ali se formará, a despeito de sua morte, está escrita uma única palavra: Justiça.

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( M A M A ) ㅤ MELHOR VISUALIZADO NO GOOGLE CHROME. SERIO, NO RESTO FICA UMA BOSTA.